Deus chamou Jonas para pregar a misericórdia d´Ele na grande Cidade de Nínive, povo que subjugou os israelitas, naquela época
Ele se escondeu de Deus, seguindo rumo contrário às ordens de Deus-Javé.
Embarcou com marinheiros pagãos e começaram a navegar...
O mar ficou bravio, revolto e todos rezaram aos seus deuses. Enquanto Jonas escondendo da presença de Deus-Javé dormia no porão do navio, foi acordado e, pressionado pelo comportamento estranho, ele fez a pregação: sou temente a Javé, estou fugindo dele, sou responsável por estas ondas altíssimas... atirem-me ao mar...
E um peixe grande engoliu aquele que fugia de Deus. Isto é secundário é uma parábola para entender o AMOR/MISERICORDIOSO de Deus, mensagem central do livro que estamos conhecendo um pouco. Jonas, o israelita, nacionalista até na religião, não quis obedecer a Javé, exatamente por que Ele ia perdoar os NINIVITAS se fizessem penitencia, e se arrependessem dos males praticados.
(amigo/a, nós, ás vezes excluímos alguns "inimigos" dos passeios, rodinhas, da balada?)
Somos Jonas e somos também profetas, pelo nosso Batismo.
O peixe foi um instrumento, que engoliu e vomitou Jonas lá no lugar indicado por Deus, para sua pregação. Traz Jonas de volta a si mesmo. Nos Evangelhos, Jesus enfoca sua sepultura 3 dias e sua ressurreição.
Os livros sapienciais da Bíblia nos ensinam a bem viver. Jonas é um destes livros.
Hoje o que aprendemos, olhando Jonas?
Quero lhe pedir para abrir o livro de Jn no segundo capítulo e ler a oração dele?
Jn 2,1-11. Canto: Se as águas do mar da vida quiserem te afogar...
Ir. Sílvia. Congregação de S. João Batista.
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Olá...
O blog tem novidades, vocês já podem deixar seus recadinhos. É muito simples; basta clicar no Mural de Recados, preencher com seu nome e não precisa colocar o email, a seguir escreva a sua mensagem.
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Obrigada.
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sábado, 4 de setembro de 2010
Atividade...
Olhando a figura acima, podemos contar a história de Jonas e a sua missão em Nínive!
Vamos embarcar nesta aventura emocionante!
Por : Helia Carla
sábado, 28 de agosto de 2010
Setembro mês da bíblia!
História da Bíblia:
Dia 30 de setembro é dia de São Jerônimo (ele nasceu no ano de 340 e faleceu em 420 dC). São Jerônimo foi um grande biblista foi quem traduziu a Bíblia dos originais (hebraico e grego) para o latim, que naquela época, sob o domínio do Império Romano, era a língua falada no mundo e usada na liturgia
Por essa razão, a Igreja do Brasil, desde de 1971, institui setembro como o MÊS DA BÍBLIA e, já desde 1947, o último domingo do mesmo mês é comemorado como DIA DA BÍBLIA.
A Bíblia é o livro mais vendido, distribuído e impresso em toda a História da humanidade. Só no século XX foram impressos mais de um bilhão e meio de exemplares, em mais de mil e seiscentos idiomas diferentes, tornando-se o maior “best-seller” de todos os tempos.
Ela é a história de um povo com o seu Deus; um povo que se sentiu escolhido por Deus, para ser exemplo para todos os povos. Nasceu no meio do povo hebreu, no tempo de Abraão, que em busca de sobrevivência migrou-se de sua terra UR em busca de uma nova terra onde pudesse trabalhar e alimentar sua família. Em busca da “terra que corre leite e mel” (Ex 3,8) a terra de Canaã, que em seguida chamou-se terra de Israel e bem mais tarde Palestina.
A palavra Bíblia provém do grego biblos e significa livros, demonstrando não ser a Bíblia um único livro. Quando usamos a palavra "Bíblia" nos referimos a um conjunto de livros. Nela estão agrupados 73 livros, sendo 46 no primeiro testamento e 27 no segundo testamento, é uma verdadeira mini-biblioteca que destaca a aliança e plano de salvação de Deus para com toda a sua boa criação.
E justamente por não ser um livro, mas um conjunto de livros, a bíblia levou bem mais de mil anos para ser escrita e tomar a forma de hoje. Pelos estudos modernos podemos identificar em sua gestação, que ela passou por 3 fases:
- Os acontecimentos: antes de se tornar um livro, a Bíblia foi uma realidade vivida e experimentada pelo homem. A essência da Sagrada Escritura não está nas palavras que ela traz, mas nos acontecimentos, nos fatos concretos da vida.
- Tradição Oral: logo depois dos Acontecimentos, entra em cena a Tradição Oral. Eles eram contados pelos pais e mães aos filhos, de geração em geração. Esse período durou cerca de 900 anos.
“Lembra-te dos dias antigos, considera os anos das gerações passadas. Interroga teu pai e ele te contará; teus anciãos e eles te dirão” (Dt32,7).
- Tradição Escrita: quando possível, devido às condições políticas, sociais e culturais da época, algumas pessoas começaram a colocar por escrito as ricas e vastas experiências do povo eleito de Deus. Graças a homens inspirados pó Deus, também chamados de hagiógrafos, a Bíblia começou a ser escrita.
O fato de Deus ter inspirado homens a escreverem os livros que compõem a bíblia, não significa que tenha anulado a inteligência e a liberdade deles.
“Na redação dos livros sagrados, Deus escolheu homens, dos quais se serviu fazendo-os usar suas próprias faculdades e capacidades a fim de que, agindo Ele próprio neles e por eles, escrevessem, como verdadeiros autores, tudo e só aquilo que Ele próprio quisesse”. (DV,11 – Doc. do Conc. Vaticano II).
Por: Salime
Dia 30 de setembro é dia de São Jerônimo (ele nasceu no ano de 340 e faleceu em 420 dC). São Jerônimo foi um grande biblista foi quem traduziu a Bíblia dos originais (hebraico e grego) para o latim, que naquela época, sob o domínio do Império Romano, era a língua falada no mundo e usada na liturgia
Por essa razão, a Igreja do Brasil, desde de 1971, institui setembro como o MÊS DA BÍBLIA e, já desde 1947, o último domingo do mesmo mês é comemorado como DIA DA BÍBLIA.
A Bíblia é o livro mais vendido, distribuído e impresso em toda a História da humanidade. Só no século XX foram impressos mais de um bilhão e meio de exemplares, em mais de mil e seiscentos idiomas diferentes, tornando-se o maior “best-seller” de todos os tempos.
Ela é a história de um povo com o seu Deus; um povo que se sentiu escolhido por Deus, para ser exemplo para todos os povos. Nasceu no meio do povo hebreu, no tempo de Abraão, que em busca de sobrevivência migrou-se de sua terra UR em busca de uma nova terra onde pudesse trabalhar e alimentar sua família. Em busca da “terra que corre leite e mel” (Ex 3,8) a terra de Canaã, que em seguida chamou-se terra de Israel e bem mais tarde Palestina.
A palavra Bíblia provém do grego biblos e significa livros, demonstrando não ser a Bíblia um único livro. Quando usamos a palavra "Bíblia" nos referimos a um conjunto de livros. Nela estão agrupados 73 livros, sendo 46 no primeiro testamento e 27 no segundo testamento, é uma verdadeira mini-biblioteca que destaca a aliança e plano de salvação de Deus para com toda a sua boa criação.
E justamente por não ser um livro, mas um conjunto de livros, a bíblia levou bem mais de mil anos para ser escrita e tomar a forma de hoje. Pelos estudos modernos podemos identificar em sua gestação, que ela passou por 3 fases:
- Os acontecimentos: antes de se tornar um livro, a Bíblia foi uma realidade vivida e experimentada pelo homem. A essência da Sagrada Escritura não está nas palavras que ela traz, mas nos acontecimentos, nos fatos concretos da vida.
- Tradição Oral: logo depois dos Acontecimentos, entra em cena a Tradição Oral. Eles eram contados pelos pais e mães aos filhos, de geração em geração. Esse período durou cerca de 900 anos.
“Lembra-te dos dias antigos, considera os anos das gerações passadas. Interroga teu pai e ele te contará; teus anciãos e eles te dirão” (Dt32,7).
- Tradição Escrita: quando possível, devido às condições políticas, sociais e culturais da época, algumas pessoas começaram a colocar por escrito as ricas e vastas experiências do povo eleito de Deus. Graças a homens inspirados pó Deus, também chamados de hagiógrafos, a Bíblia começou a ser escrita.
O fato de Deus ter inspirado homens a escreverem os livros que compõem a bíblia, não significa que tenha anulado a inteligência e a liberdade deles.
“Na redação dos livros sagrados, Deus escolheu homens, dos quais se serviu fazendo-os usar suas próprias faculdades e capacidades a fim de que, agindo Ele próprio neles e por eles, escrevessem, como verdadeiros autores, tudo e só aquilo que Ele próprio quisesse”. (DV,11 – Doc. do Conc. Vaticano II).
Por: Salime
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